“O sangue tem que jorrar do bandido”, diz Renan Santos ao defender ação policial letal

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) defendeu medidas mais duras contra o crime organizado durante entrevista ao Jornal Nacional, nesta quarta-feira (26/8). Ao falar sobre a atuação das forças de segurança, afirmou que policiais devem atirar para matar quando um criminoso estiver armado e ameaçando uma pessoa.
“Eu acho que o sangue que tem que jorrar não é dele, o sangue tem que jorrar do bandido”, declarou.
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Renan também defendeu a adoção de um “regime de exceção” em favelas dominadas por organizações criminosas como forma de retomar o controle dessas áreas pelo Estado.
Durante a entrevista, o candidato foi questionado sobre sua inspiração no modelo de segurança adotado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele. Renan afirmou que pretende adotar medidas semelhantes, embora diga que não é “Bukele”.
O candidato também defendeu mudanças na legislação para endurecer o tratamento dado a integrantes de facções criminosas e mencionou a possibilidade de julgamentos coletivos de integrantes de organizações criminosas.
Ao justificar sua posição, Renan afirmou que o Brasil vive uma situação de guerra contra o crime organizado e disse que a população não pode continuar sendo “refém” de criminosos.





